Arquivo para novembro, 2009

RUMO À VITÓRIA

Posted in Uncategorized on novembro 26, 2009 by osviralatacaipira

Estamos arrumando o time(cheio de desfalques, o mais importante é Danilo Bareiro(o velho Barreiro) que no meio campo organiza nossas bagunças criativas) convidamos Facchini e Sereia, ambos da banda STRAUSS(substituindo, Rubão e Lobo) respectivamente, baterista e baixista, começa o divertimento, ontem ainda estávamos sem baixo, agora sim o “forfé”, agora o bicho rema. em Vitória além de tocarmos no dia 4, faremos parte de um fórum nacional, a programação aqui embaixo :

MPB / ColetivoMulti / Fórum de Mídia Livre
apresentam
FESTIVAL MÚSICA LIVRE
& Seminário A MORTE DO POP-STAR
de 3 a 5 de dezembro de 2009
Centro de Arte/UFES

// PROGRAMAÇÃO SEMINÁRIO
:: Auditório do CEMUNI V, UFES – 15h às 18h

sexta / dia 4 de dezembro
mesa “A Invenção do Pop-star”
mediador: Irajá Menezes (SP)
convidados: Miguel Jost (Puc/RJ), Edson Natali (Itaú Cultural/SP), Mónica Vermes (UFES/ES) e Pablo Capilé (Espaço Cubo/MT)

sábado / dia 5 de dezembro
mesa “A morte do Pop-star”
mediador: Irajá Menezes (SP)
convidados: Ericson Pires (UERJ/RJ), Pedro Alexandre Sanches (CartaCapital/Rolling Stones/SP),
Gustavo Anitelli (Teatro Mágico/MPB/SP) e Eduardo Ferreira (MPB/OsViralata/MT)

// PROGRAMAÇÃO DE SHOWS
:: Tenda de Circo, Estacionamento do Centro de Artes, UFES

ABERTURA
quinta / dia 3 de dezembro
// às 21h
Jards Macalé
Graveola e o Lixo Polifônico (MG)
Vitrola de 3 (ES)
Sol na Garganta do Futuro (ES)
Ricardo Palm (SP)
Anne Oz (ES)
K.O (ES)
Kung Fuko (ES)

sexta / dia 4 de dezembro
// às 22h
Macaco Bong (MT)
Richard Serraria (RS)
Os Viralata (MT)
Fê Paschoal (ES)
Ócio (ES)
F.U.E.L (ES)
SkolBitch (ES)
Tati Wuo (ES)
Rike Sick (ES)

sábado / dia 5 de dezembro
// às 22h
Tono (RJ)
Os Outros (RJ)
Qinho (RJ)
SoultoGroove (ES)
Trepax (ES)
André Paste (ES)
Jean Mafra (SC)
Angela Jackson (ES)
Manniquin (ES)
Semáforo (ES)
Soft Mobile Porn (ES)

todos os dias: entrada franca

***
Confira a programação completa do
Fórum Nacional de Mídia Livre
http://www.forumdemidialivre.org
Faça já a sua inscrição!

Então por hora é isso, acordar nesse calor Cuiabano num é pra qualquer bundão não, té mais e vamos na onda.

(André Balbino)

estação poesia replicante

Posted in Uncategorized on novembro 22, 2009 by osviralatacaipira

Poesia, cordas e versos em torno de Drumond

“Sete vozes para Sete faces – Estação Drummond” surpreendeu pela linguagem, que misturou de literatura, música e outras artes e referências regionais e mundiais

Claudio de Oliveira
Da Reportagem

As letras começam como pensamentos. Começam íntimos e intransferíveis e somente com a labuta é que colorem o papel. As poesias, sobretudo, exigem uma exposição do sentir ainda maior. Mesmo que seja o sentir fingido de Fernando Pessoa, o sentimento inocula a alma de quem lê. Ver a poesia transformada em letra morta e dura em aulas de literatura dá tristeza. É claro hoje o caminho interdisciplinar, transversal, híbrido, ou qualquer outro termo que se use na educação contemporânea, tem mudado este cenário.

O projeto do SESC Arsenal, “Poesia, Cordas e Versos”, tem feito um trabalho primoroso no sentido de tornar acessível esta arte. Principalmente porque traz a poesia para o palco junto com a música que sabidamente é muito mais fácil para absorver. É claro que estamos falando de música popular e não jazz ou música erudita contemporânea que parece exigir um ouvido treinado.

Nesta semana passada, mais especificamente na quarta-feira(18-11) houve a última apresentação do ano. O espetáculo “Sete vozes para Sete faces – Estação Drummond” surpreendeu pela linguagem. Uma mistura de literatura, música e teatro com referências nas artes plásticas mundiais e regionais além de referência cinematográfica.

É interessante notar que o grupo que se apresentou ali sob a batuta do diretor Eduardo Ferreira tem uma longa caminhada nas artes. Anna Amélia, ancora mor, segura o espetáculo com maestria. Com as poesias de Drummond fluindo naturalmente e com um figurino a la Magritte espera na Estação enquanto passam sete trens sonoros. Anna tem larga experiência no teatro, na música (Caximir) e nas artes plásticas, uma artista que está lançando o seu primeiro livro (Cabeça de avestruz) em breve e que desde já gera expectativa.

Caio Matoso, grupo Fúria, era o guardião da Estação. Com um megafone na mão e trejeitos cômicos costurava o espetáculo envolvendo o público. Aclyse Matos, professor e escritor, há muito labuta no projeto Poesia, Cordas e Versos. Aclyse declama com maestria e arrancou risos da plateia. Antônio Sodré, poeta cuiabano, um dos mais interessantes de todos, também é compositor, cantor e vendedor de livros, sendo que sua banca na UFMT, no departamento de Letras mantém sempre um mural de poesias recheando a vida universitária. No espetáculo ele entra com um guarda-chuva e com simplicidade encanta.

Michele, grupo de teatro Mosaico, é fulminante interpretando um traveco imitando a cena clássica da saia levantada da Marilyn Monroe.

Um capítulo a parte foi a música. André Balbino e Danilo Bareiro estavam impecáveis. A única falha foi a voz que sem microfone não chegava 100% ao fundo do teatro. Do caipira ao jazz a música, por hora um BG (música de fundo), desfilava como personagem principal na sinestesia poética da Estação.

Sete vozes, sete poesias regionais; Anna, Sodré, Marta Cocco, Aclyse, Eduardo Ferreira, Luciene Carvalho. Sete faces do poeta com poesias que evocavam desde o seu ninho em Itabira até A Via Láctea. Como disse Giovane, do Teatro Fúria, que estava na plateia, “vocês saíram de Itabira e ganharam o mundo, começamos vendo uma estação de trem no interior mineiro, para alcançar a estação de qualquer parte do mundo”. Também foram sete músicas e, cabalisticamente, uma oitava (oito igual ao infinito) poesia de Drummond que brindou a alegria.

Um espetáculo de cenografia simples, luz idem, que alcançou o seu objetivo e finalizou este ciclo de “Poesia, Versos e Cordas” deixando um gosto de quero mais. Quando a peça acabou, ninguém parecia querer acreditar que havia chegado ao fim. Um espetáculo que pode muito bem circular as escolas públicas e privadas desmistificando o hermetismo da poesia.

kizumba

Posted in Uncategorized on novembro 19, 2009 by osviralatacaipira

A festa que ocorre hoje a noite (19 de novembro de 2009) no Clube de Esquina, leva ao palco as bandas Mandala Soul, Lady Murphy, osviralata, Dj Spinha e a convidada a MT Joe, de Nova Mutum. Uma mostra da diversidade cultural de Cuiabá e Mato Grosso, lado a lado com o movimento negro e todos os movimentos sociais libertários.
VAMOS?
saiba mais:
http://institutomandala.blogspot.com/

ressaca poética

Posted in Uncategorized on novembro 19, 2009 by osviralatacaipira

Ontem foi uma bebedeira poética com Drummond, foram duas apresentações no teatro do sesc Arsenal, a primeira as 15 horas para alunos de escolas públicas, quando os alunos entraram no teatro, eu fiquei receoso, era uma gurizada que só vendo, mas para minha surpresa eles foram tão educados quanto curiosos depois da apresentação, no bate papo após a apresentação. À noite, para o público em geral, casa cheia nas duas apresentações, assim que Claudio selecionar as fotos eu posto aqui. hoje tem OSVIRALATA no clube de esquina, show que faz parte da semana do novembro Negro, que tem mostras de cinema negro, shows nacionais e locais, muito batuque, tudo muito bem organizado e distribuido dentro da UFMT e também fora dela, como é o caso desses shows no Clube de Esquina. A alma lavada depois de um mês de ensaios…leve vento quente nessa manhã cuiabana…

(André Balbino)

a Prima do Balbino

Posted in Uncategorized on novembro 18, 2009 by osviralatacaipira

será? coisa mais besta essa de prima, é primeira vez seu porra, a primeira vez que escrevo, será? talvez por linhas tortas, mas sem dramatizar demais, que me cansa, hoje é dia dezoito estamos nos apresentando no sesc Arsenal, amanhã, dia dezenove, no Clube de Esquina, ô lugarzim bão sô. então, eu ia desenvolver um roteiro sobre esse título, um que mexesse com a curiosidade libidinosa da galera mas aí bundei, fiquei com preguiça, só ficou na minha cachola, sem nexos nem plexus, só mandíbulas ferozes desses Viralatas caninos, soltar as trancas? como? que isso? porra então era assim? todos confiavam? mas…aí eu penso no ensaio geral de ontem, foi um horror! parecia enterro de defunto desconhecido, a gente nunca sabe quando entra pra cumprimentar; o diretor muda a todo momento as musicas, ainda bem que dei a ele algumas bem ensaiadas, então ele pode mudar, só precisa me avisar…
então é isso, agora é a Prima mas depois vem toda a parentada junta!!!!!!!!!

(André Balbino)

ESTAÇÃO POESIA

Posted in Uncategorized on novembro 17, 2009 by osviralatacaipira

a noite do dia 18 vai derramar poesia! esperando drummond na estação com osviralata & convidados. osviralata vem de anna marimon, eduardo ferreira, andré balbino e danilo bareiro + antonio sodré, caio mattoso, aclyse de mattos e michelly thomaz.
é no sesc arsenal, dia 18, quarta-feira, dentro do projeto Poesia, Versos & Cordas.
referências da cultura como Renè Magritte, Marcel Duchamp, Andy Warhol, Di Cavalcanti e Alcides Vilela, estarão lado a lado nessa estação.
poesia & música de graça. você quer mais?

só pra violar

Posted in Uncategorized on novembro 12, 2009 by osviralatacaipira

Só pra violar. Faces dançantes da noite cuiabá, dos rítimos calientes das cabeças espoucando lisérgicos estados dionisíacos. O vazio ficou cheio de gente querendo mais, overdose musical que fez os ossos sacolejarem noite afora até que o dia nos pegou de surpresa , arrebatados por um vedaval de luz projetando sombras nas paredes da lucidez. Uma clara e lúcida loucura de viver. Se soubesse que cuiabá estava tão louca teria saído mais vezes, ao invés de ir para a cama com o gordo, ouvindo o som do plim plim com lexotam. Mas a música despertou a vontade de viver, de celebrar a vida, violou as paredes da prisão dos sentidos prensados nas pendengas cotidianas. contas a pagar? O que e´isso? Garçom, mais cerveja! O corpo deixou a tristeza do lado de fora da festa, nem com banda de música ela vai entrar. Feliz aniversário, Barero! Danilo, vai ser gauche na vida!

(anna marimon)